As Fúrias e as Harpias

O CAMINHO DO GRAAL – TEXTOS COMPLEMENTARES – 7 de maio de 2020

Original tcheco: Fúrie a Harpie · cesta-gralu.cz

Diversas perguntas surgem sempre nos leitores quando aparece o conceito de Fúrias

Isso significa que há aqui uma falta de clareza em torno disso, e a falta de clareza pode muitas vezes conduzir a conclusões errôneas

As Fúrias – são formações que trazem em torno de si tanto um certo mistério como também uma certa parcela de horror e de temor

Muitos as conhecerão também sob a designação de Harpias, com as quais as Fúrias são idênticas, a diferença está apenas no nome

Se, portanto, falarmos aqui das Fúrias, então tudo vale de modo inteiramente igual para aqueles que associam essas qualidades antes às Harpias

Por sua origem, as Fúrias – Harpias podem ser comparadas a criaturas que são, por assim dizer, vivas e não vivas ao mesmo tempo

As Fúrias não são vivas, mas são apenas formações vivificadas pelo querer intuitivo do ser humano

É semelhante ao que sucede com os vírus, que precisam de um hospedeiro, pois do contrário não podem sobreviver e multiplicar-se, com a diferença de que as pequenas partículas agressoras de vida, como os vírus, as bactérias e outras, estão sob a administração dos Altos servidores enteais, como Haerthemis, Hareiars e outros enteais a eles subordinados, que as soltam quando são impelidos a isso pela necessidade de manter a Lei do Movimento ou quando o próprio O-dio-nar os convoca diretamente a isso, por ordem superior

Às Fúrias são os próprios homens que dão uma parte de sua força espiritual, quando a sua sintonia é da mesma espécie em que as Fúrias atuam

Os homens deveriam refletir apenas um pouco sobre isso

Não são, portanto, entes que tenham porventura em si diretamente um núcleo espiritual ou enteal, mas são criaturas que se tornaram vivas por meio das fortes vibrações intuitivas do querer espiritual dos homens e, por isso, têm um lampejo de força vital da parte dos homens

O seu coração rapace despertou para a vida por impulso dos homens no querer coisas feias, nas muitas espécies de pensamentos ardentes e malevolentes, tal como todos nós os conhecemos

São, portanto, criaturas que surgiram do forte e mau querer interior do espírito humano

Uma certa força espiritual, que jorra do ser humano para o mundo dos pensamentos, prendeu-se aos centros de reunião nos quais podemos encontrar formas de pensamento de diversas espécies, que, justamente no caso das Fúrias, pertencem aos pensamentos feios, que são instigados e nutridos não só pela energia do pensamento, mas também pela força espiritual intuitiva, que traz em si, naquele momento, algo negativo, destruidor

As formas de pensamento fortemente nutridas da parte dos homens nessa sintonia negativa e malevolente adquirem sempre, após algum tempo, tantas forças que, de uma certa nuvem autônoma composta de formas de pensamento de espécie semelhante a mariposas, surge de repente um ente que retém em si mais força vital do que as outras formas

Pode-se imaginar esse acontecer como um enxame de insetos, no qual a maior parte é formada pelos representantes inferiores – as formas de pensamento, mas após certo tempo aparece no meio delas uma soberana ou rainha, que traz em si, pela incandescência proveniente do espírito humano, uma força muitas vezes mais elevada do que a que tinham até então as formas inferiores

A espécie é a mesma, mas a força interior é de repente de outra espécie

Assim, das formas de pensamento que têm a aparência de criaturas mais fracas atuando na respectiva espécie de querer, surge de repente um ou mesmo vários entes de ordem superior, que têm em si, em certo sentido, as capacidades de agir autonomamente e de dominar

Das formas originais do querer em pensamentos desenvolveram-se assim entes que adquiriram uma certa autonomia e, nessa autonomia, desenvolveram em si subsequentemente uma consciência própria e uma inteligência instintiva, vivificada pela força do querer do ser humano

Pode-se dizer aqui que, se tomássemos, com certo distanciamento, o espírito humano como capaz de criar de si entes, imitando assim de longe o Criador primordialmente eterno, então as Fúrias, assim como, por outro lado, muitos outros entes belos e auxiliadores surgidos do querer puro, são “filhos” criados pelo espírito humano

Aqui é necessário observar que o espírito humano não tem em si a capacidade criadora de sua força espiritual, mas ele próprio, em quaisquer circunstâncias, sempre a extrai daquela força neutra que flui constantemente e tem a sua origem no ponto de partida, no Divinal

É, portanto, duplamente culpado aquele que não só cria formações horrendas que refletem a sua sintonia, formações que devem atacar os outros, mas uma culpa muito maior lhe advém do fato de usar para isso desavergonhadamente a força neutra, transparentemente pura, que flui até aqui para a Terra a partir do Divinal

As criaturas que ele cria testemunham inequivocamente contra ele, pois para o vidente é sempre fácil observar os fios que se estendem desses monstros de volta ao seu originador, porque estão interligados com ele

São, em certo sentido, criações suas, nas quais tem participação e que surgiram de seu querer intuitivo, sendo nutridas para uma certa vida e atuação autônomas

No caso das Fúrias, podemos então falar de uma atuação que contém em si uma parte de seu querer imaturo, mas sobretudo pervertido e mau

Deve-se observar aqui que a participação na criação e na nutrição desses entes tem sempre para o ser humano um mau fim, pois, como essa espécie de entes permanece sempre ligada ao seu criador ou nutridor, no caso das Fúrias a conclusão de tudo é que estas, semelhantes a feras más e selvagens, acabam por voltar-se contra o seu nutridor e lançam-se sobre ele, para dilacerá-lo interiormente

Isso, porém, ainda não é a própria sentença, pois a tal ser humano continua a caber a necessidade da remição perante Deus, cuja força vivificadora ele usou para o seu mau modo de querer

Essa remição não é fácil, pois exige muitíssima vontade no ser humano de progredir, para que, na compreensão daquilo que fez, encontre, juntamente com a humildade, a força para criar entes bondosos e puros, que por fim pesarão mais nos pratos da balança do que as suas transgressões

Se não o consegue, então fica sobrecarregado com as suas criações e é arrastado cada vez mais fundo para os planos da perdição

Se levarmos em consideração que hoje nem sequer a menor parte dos homens sabe algo sobre coisas como as criaturas vivas-não vivas das Fúrias, surgidas do pensar e do querer do ser humano, então aquele que uma vez reflete profundamente sobre isso tem de ser abalado pela imagem que realmente existe no mundo mais fino à nossa volta

Disso decorre uma séria advertência para o ser humano, para que ele seja em cada instante senhor de seus impulsos intuitivos e nunca dê vazão a qualquer forma de raiva incontrolável

Assim, muitos brincam puerilmente com pensamentos de amaldiçoar os outros em sua sede de vingança e, no desejo febril da realização de sua satisfação, esperam que o mal furioso caia, por meio dessa maldição, sobre os visados, para prejudicá-los, e não se dão conta de que, segundo a Lei de Deus, têm de ser por fim, sobretudo, eles próprios a vítima final de seus desejos sentidos com maldade

Nem sequer precisa haver alguma magia para que nasça por fim algo semelhante às Fúrias, que testemunhará contra tal ser humano, que se deixou arrastar para tal espécie de querer mau

As Fúrias que surgem de um tal mal, especialmente sentido pelo ser humano, estão ligadas a ele e esperam a oportunidade de sua própria fraqueza, que mais cedo ou mais tarde chegará, para então, como já mencionamos, dilacerá-lo e sugar uma grande parte de sua força vital

Temos aqui um número maior de espécies de Fúrias, que atuam conforme a sua origem e, com isso, se manifestam como expressões vivas das qualidades do querer humano impuro

Encontraremos Fúrias da inveja, do ódio, da luxúria, da desconfiança e da mentira, também Fúrias do medo, que surgiram do desejo de que o outro ser humano temesse por si, há aqui Fúrias de Mamon, da soberba, da sede de vingança e outras

Há aqui também Fúrias que, embora à primeira vista pudessem parecer inofensivas, são na realidade as mais destruidoras para o espírito humano

A estas pertencem sobretudo as Fúrias da impiedade, isto é, da furiosa rejeição de tudo o que é luminoso e do próprio Deus, e do mau ataque contra todos os homens que, cheios de confiança, se esforçam pelo caminho para Deus

Mais de um ser humano perguntará agora como podem justamente tais Fúrias ser perigosas para o ser humano

Isso, porém, reside no fato de que, se tal ser humano é encurralado por alguns acontecimentos da vida, justamente essas Fúrias, por ele nutridas, não lhe permitirão abrir-se em seu íntimo para que, em confiança, possa voltar-se em busca de auxílio para a Luz, para Deus

Retorna-lhe constantemente, por meio das Fúrias selvagens, com a força de um vendaval, exatamente aquilo que ele enviava para o alto contra Deus, ou com que, em fúria, atacava outros seres humanos que antes lhe haviam parecido ingênuos em sua fé e em sua convicção, e provocadores para ele, embora talvez eles próprios nada lhe tivessem feito

As Fúrias da impiedade não lhe permitem abrir-se, pois com os seus bicos, que a maioria delas tem para não deixar as vítimas um momento em calma com os seus ataques, não concedem a tal ser humano agarrar-se a algo mais elevado, mais luminoso, porque não lhe querem permitir, por meio de sua disposição de pensamento até então, ultrapassar a sua influência

E justamente as Fúrias da impiedade são as mais fortes a que o ser humano na Terra deu vida no último século, e agora essas figuras selvagens conduzem tantos seres humanos, que talvez de bom grado se ocupassem, sob a influência de alguns acontecimentos, de algo mais elevado, a um estado de profunda discórdia interior, que pode culminar até num desespero que leva à autodestruição

Tal ser humano, ao vivenciar alguns acontecimentos, clama hesitante a Deus, pede auxílio, mas não lhe chega outra resposta senão um escárnio de esgar, que o qualifica de fraco, zomba dele pelo estado em que se encontra e se alegra com o seu desespero

Esse é um exemplo da atuação das Fúrias da impiedade

Podemos dizer aqui que de Fúrias existem realmente várias espécies

Em sua autonomia gradualmente adquirida, as Fúrias passaram a servir sob aqueles servos tenebrosos que, por sua vez, em sua própria queda, se puseram do lado do arcanjo caído

As Fúrias desenvolveram-se em criaturas que servem às trevas, pois nasceram do querer tenebroso dos homens

Em sua autonomia parcial formaram para si também uma figura, isto é, uma aparência que é mais do que aterradora

Em parte trazem forma humana, mas esta está deformada até a monstruosidade e o pavoroso, no qual, no entanto, é possível encontrar a origem da espécie de querer da qual nasceram

As Fúrias, ao contrário dos demônios, são de espécie feminina, mas as suas formas são verdadeiramente aterrorizantes

Podemos encontrar nelas em parte traços humanos, mas há nelas sempre obstinação, agressividade, fúria no aspecto mais pavoroso

Têm em si ou uma certa febrilidade ou, ao contrário, uma frieza horrível, na qual atuam sobre os homens semelhantes a máquinas, exata e inflexivelmente, na proporção da insegurança e do temor que há no ser humano

O aspecto rapace do rosto está sempre repleto de uma certa superioridade, pois trazem em si sempre, vinda do ser humano, uma parte da soberba e da arrogância com as quais se julgam valer muito mais do que o ser humano

Os seus olhos nada trazem em si de humano, mas assemelham-se o mais possível aos olhos de feras más e perigosas

Dotadas de garras, e muitas vezes também de asas, que o arcanjo caído lhes completou com a sua vontade, para que fossem mais rápidas do que a mente humana, são capazes de cercar cada espírito que traz em si homogeneidade com elas em alguma direção de seu querer impuro, e de persegui-lo até o seu completo esgotamento, até a destruição

Ao longo da longa história da humanidade na Terra, algumas das Fúrias foram, por servidores enteais como Thonorun, Orkanos, Sírius, Haetheine e outros, a pedido dos espíritos das alturas luminosas, sempre após algum tempo cercadas e acorrentadas atrás de grades, para que não destruíssem o espírito humano mais do que ele pode suportar

Foram sempre períodos de um singular e breve respiro da humanidade

Isso, porém, valia somente até o tempo em que os homens criavam novas criaturas de Fúrias e de novo lhes davam uma força nova, muitas vezes ainda maior

Durante milênios as Fúrias foram, em diversos momentos, sobretudo nos tempos do fim das guerras, no completo esgotamento dos homens, acorrentadas pelos Altos servidores enteais, para que a humanidade, sob a sua furiosa atuação, não acabasse por destruir a si mesma e também este magnífico planeta Terra

Da Luz não era desejado que também Ephesus seguisse o caminho que tomaram outras partes do mundo, que por fim tiveram de ser abandonadas à destruição, ou que, por indicação de O-dio-nar, foram destruídas pelos seus servidores enteais

Assim foi durante longo tempo na Terra

A Terra gozava, sob a irradiação permanente do Filho de Deus, Jesus, de uma proteção especial que decorria de Sua intercessão junto ao Pai por este mundo

Contudo, já há décadas, por indicação de Parsival, no cumprimento da Lei da Reciprocidade intensificada, essas Fúrias estão sendo gradualmente libertadas, para que possam lançar-se diretamente sobre aqueles que trazem em si homogeneidade com elas e que são, portanto, em certo sentido, co-nutridores dessas formas vivas do mal

Por isso podemos observar cada vez mais nitidamente a sua influência crescente diretamente no agir de alguns seres humanos

O desespero e a autodestruição costumam ser a consequência da atuação das Fúrias sobre o ser humano

Assim, já há bastante tempo foram libertadas das correntes as Fúrias da mentira e da desconfiança, também as Fúrias do ódio e da inveja, as Fúrias de Mamon e outras

Somente há pouco tempo foram libertadas de detrás das grades, pelo poderoso Hareiars, as Fúrias da apreensão e do medo, que levam o ser humano a um agir inteiramente incompreensível, no pavor diante de todos os perigos que ele imagina poderem vir em sua vida sobre ele próprio ou sobre os seus queridos, por quem teme

Tal sintonia é possível em todo aquele que não tem em si confiança nas forças protetoras da Luz, ou que interiormente pressente que, pelo seu modo de vida, está afastado delas

Agora resta ainda a libertação das Fúrias da impiedade, que trarão a muitos seres humanos o vivenciar mais pesado, sem que eles ainda pressintam algo disso

Na mais extrema necessidade muitos clamarão assim para o alto pelo auxílio de Deus, mas a resposta será apenas a inutilidade, acompanhada pelo grasnar escarnecedor das Fúrias

Podemos assim esperar que o verdadeiro tempo do velamento da face de Deus, em que as Fúrias estarão em torno de quase todos os homens, ainda está por vir

Conforme se desenvolvem os acontecimentos, é possível esperar que não está distante o tempo das Fúrias, em que nas horas noturnas se lançarão aos lares dos homens, e estes não encontrarão lugares onde se esconder delas

Grande parte dos homens sucumbirá a elas em seu plano psíquico e, quase da noite para o dia, se desagregará inteiramente em sua personalidade, de modo que se tornarão destroços arruinados, sem vontade de viver

Ninguém, porém, está exposto sem auxílio e proteção a esses singulares entes, que os povos antigos, em sua força, chegavam a considerar deusas da ira e da vingança

Se no ser humano o seu íntimo clama verdadeira e fervorosamente por auxílio, e ele se esforça ao mesmo tempo por se apresentar diante do mundo à sua volta com pura humildade, no completo apequenamento de seu eu, então certamente lhe será concedida proteção da Luz

Ninguém está, pois, entregue à mercê da influência das Fúrias sem ter a possibilidade de defender-se delas

A força do puro e fervoroso chamado do íntimo do ser humano por auxílio é sempre, por fim, mais forte, se houver nele ao mesmo tempo também aquele mencionado querer fervoroso de mudar para melhor

A vontade de mudar para melhor, na verdadeira renúncia a tudo o que é impuro, é o momento decisivo para que a tal ser humano possam descer em auxílio entes benfazejos, que em sua luminosidade são sempre mais fortes do que as Fúrias aparentemente invencíveis

A Luz sempre vence todas as trevas

Essa é uma lei que atua em todos os lugares da Criação e é uma corda de salvação para todo aquele que não deixa que lhe tirem a confiança nessa lei, que promana da Luz, do próprio Deus

Por isso ninguém que seja de constituição pura em seu íntimo deveria temer as Fúrias, por mais que elas possam acossá-lo por meio das mais diversas vivências

Se o ser humano mantém em si a ligação interior com a Luz, então jamais pode ser impelido por esses entes como eles querem, mas, pelo contrário, a sua luz interior acabará sempre por afugentá-los, assim como as próprias Fúrias são afugentadas pelos mencionados entes portadores de Luz, que protegem constantemente o ser humano bom em seus caminhos

A disposição inicial para a verdadeira segurança do ser humano ao caminhar pela vida é entregar-se com confiança à proteção da Graça de Deus

Essa confiança traz sempre uma acalmia interior e uma mente clara, que são os melhores auxiliares para toda situação

Por isso também foi publicado há algum tempo aqui, nas páginas do Caminho do Graal, o apelo para que o maior número possível de pessoas de esforço puro se juntasse aos Círculos de Calma

Num esforço comum, as pessoas assim sintonizadas podem então enviar umas às outras, à distância, fortalecimento na forma de entes protetores e benfazejos, caso porventura algum outro ser humano vacilasse e, no momento do enfraquecimento de sua confiança, precisasse de tal auxílio

O auxílio mútuo à distância, em pensamentos auxiliadores profundamente sentidos, pode ajudar muitas pessoas que nós mesmos nem sequer conhecemos

Não precisamos conhecê-las nem julgar se são dignas de nosso apoio, pois tudo isso é disposto automaticamente pela sintonia em que se encontra o íntimo de tal ser humano

A sintonia duradoura do íntimo determina por si mesma a quem pode chegar o ente auxiliador enviado, assim como é justamente a sintonia duradoura do íntimo que determina quem se tornará evidentemente vítima das Fúrias enfurecidas do medo e de muitas outras espécies, que há pouco tempo foram libertadas pelo Alto servidor Hareiars, para que se cumprisse de modo acelerado o efeito recíproco nas vidas dos homens

As Fúrias foram soltas também porque, por fim, quando sob as suas garras sucumbir exausto o último ser humano que as deixou irromper em sua proximidade, as Fúrias se lançarão então umas sobre as outras para se despedaçarem inteiramente até a extinção

Então a sua dança selvagem transformar-se-á numa névoa, que o enteal Orkanos soprará para longe, e sobre toda a Terra se estenderá um silêncio inusitado, pleno de paz

Tudo isso se desenrolará nas Leis da sábia Vontade de Deus, que nisso atua constantemente, de modo exato e claro, e somente a confusão dos homens terrenos não os deixa reconhecer em tudo isso a grandeza e a perfeição de espécie elevada

Por fim, porém, tudo se transformará também nos homens que aqui permanecerem, e com isso terminarão as intermináveis perguntas sobre por que acontece isto ou aquilo ao ser humano

Juntamente com a humildade entrará em seu íntimo o reconhecimento e, em seguida, também uma grande gratidão pela possibilidade de ser parte da magnífica obra da Criação, da qual nos é permitido ser habitantes