Dons dos Altos Servidores Enteais – o Fogo Plasmático de Thonorun
O CAMINHO DO GRAAL – TEXTOS COMPLEMENTARES – 18 de maio de 2020
Original tcheco: Dary Vysokých Bytostných Služebníků – Thonorunův Plazmatický Oheň · cesta-gralu.cz
O atuar das forças enteais oculta ainda à humanidade de hoje a maior parte do verdadeiro conhecimento
Um dos mistérios até agora não reconhecidos é a fonte de uma força inesgotável, que poderia ser concedida à humanidade para a vida aqui na Terra, após um correto conhecimento dela e sobretudo mediante a comprovação da vontade de usá-la com responsabilidade
Essa fonte inesgotável, que poderia vir em auxílio dos homens, é o fogo de Thonorun
Já após a publicação da parte que trata do fiel servidor Thonorun e também de Sírius, surgiram nos leitores perguntas sobre que forças são essas, das quais se fala de tal modo que daí decorre que poderiam estar à disposição da humanidade, mas que ainda assim continuam inalcançáveis
O dom de Thonorun está preparado para o momento em que a humanidade realizar a transformação que a elevará para mais perto da paz profunda e da elevação espiritual
É o fogo plasmático, que traz em si a possibilidade de uma duração inesgotável desde o primeiro instante em que ocorrer o seu acendimento, mediado pelo poderoso Thonorun
O fogo plasmático não é, na realidade, semelhante àquele fogo que conhecemos e que surge pela cooperação dos servidores de Sírius, as salamandras, que por meio da violenta oxidação da substância da matéria produzem uma irradiação que se transforma no fogo visível e perceptível para nós por nossos sentidos
O nome fogo é aqui, portanto, utilizado apenas numa aparente analogia exterior, que se oferece aos olhos terrenos do ser humano
O fogo plasmático de Thonorun
Grandes forças estão nele contidas, e ele oferece à humanidade do futuro as possibilidades de seu aproveitamento
Em seu desenvolvimento, a humanidade amadureceu para esse dom do Fogo da Luz apenas no tempo da Atlântida, no início desse antigo reino, quando foi agraciada por Thonorun para utilizá-lo
Juntamente com o desaparecimento da Atlântida, quando esta submergiu profundamente no reino de Okeanos, desapareceu do mundo dos homens esse Fogo da Luz, como era chamado pelos que ali viviam
No tempo da Atlântida, além disso, no início da doação, ele foi recebido e administrado com pleno conhecimento das forças que nele fluíam
Sua essência não reside no calor ou na alta luminosidade, ainda que ambas essas grandezas também estejam nele contidas, mas a sua grandeza reside na transmissão de uma carga de forças, que pode então aparecer em qualquer outro lugar que não aquele onde arde o próprio fogo, e por mais imensa que seja essa distância, nada da força da carga se enfraquece
A transmissão da força repousa no elemento ressonante do lugar ou do objeto receptor, no qual pode assim pôr-se a fluir uma carga proveniente, por exemplo, do outro extremo da terra
O fogo plasmático de Thonorun atua de modo inteiramente diverso das forças de hoje, conhecidas pelos homens por meio da ciência existente
Nesse fogo plasmático, que pode ser concedido pelo golpe do martelo de Thonorun, se antes o próprio O-dio-nar lhe tiver dado para isso a sua bênção nos salões de Valhalla, repousa um grau mais elevado de forças do que o que hoje conhecemos na força da eletricidade
Pode-se dizer que a eletricidade, tal como hoje é conhecida pelos homens, é justamente o grau mais baixo, mais grosseiro e menos eficaz da força, em comparação com as forças que atuam no fogo de Thonorun
Esse fogo provém de partículas que podemos chamar de pré-quarks e que estão um degrau acima da base das partículas de matéria grosseira, os elétrons
Daí provém também, em geral, a descarga plasmática de todos os golpes de Thonorun, que chamamos de raios, e em especial dos golpes que, por seu mistério, chamamos de raios globulares, dos quais quase nada ainda se sabe
A peculiaridade do fogo plasmático, porém, reside em que ele, mantendo em si a bênção de O-dio-nar e com isso ao mesmo tempo também a bênção de Mercúrio, que desce das alturas da Criação Primordial, não se consome em si mesmo no gasto de uma quantidade limitada de carga do espaço circundante, mas esse fogo é posto em rotação num turbilhão que, em sua força, atrai a si sempre nova energia, que vibra através do universo no nível do plano dos pré-quarks
Sempre novas partículas de energia acorrem então a esse fogo, para se unirem na carga que reabastece continuamente a alta coluna do fogo plasmático de Thonorun
Dessa energia há, só em todo o espaço deste universo, tanto que a humanidade jamais poderá consumi-la, ainda que suas gerações durassem bilhões de anos na Terra e durante todo esse tempo extraíssem plenamente do fogo de Thonorun a energia para o seu trabalho
Essa energia nunca poderá ser esgotada, nem mesmo se ardessem na Terra séries inteiras de fogos de Thonorun, porque ela provém da fonte inesgotável da Luz como uma espécie de força que dela procede, e é reabastecida sem interrupção a partir dessa fonte
Ao mesmo tempo, também na transformação em outra forma de energia, que o fogo de Thonorun lhe possibilita, não se perde o valor dessas partículas repletas de carga, mas estas, após a realização do trabalho, libertam-se da ligação magnética e dispersam-se livremente no espaço, para estarem de novo nas mãos dos servidores enteais para uso ulterior
O fogo de Thonorun dá, portanto, a essas partículas apenas por certo tempo uma direção e as dota de uma carga concentrada e de magnetismo, que, somados, se transformam em energia, que pode ser aproveitada pelo ser humano na Terra quando corretamente recebida
O fogo de Thonorun é uma coluna luminosa em incessante rotação, semelhante a uma luz viva
A luz fundamental nela desce continuamente de cima para baixo até o lugar de captação, onde se transforma numa alta carga que, como força magnética invisível aos olhos humanos, jorra para as distâncias em todas as direções
Se em algum lugar se encontrar um receptor dessa carga magnética, ele poderá transformá-la numa força que parte rochedos, desloca objetos, aquece o respectivo lugar até a mais alta temperatura, ou até acende outra chama semelhante, que é menor e vive da chama fundamental, que dela está distante
Não é preciso imaginar o receptor como uma máquina complicada, como as criações humanas de hoje, cheias de componentes, mas aqui tudo é mais simples do que os homens imaginam, pois a única diretriz importante é o elemento ressonante, que traz em si a carga numa determinada onda
Se tivermos aqui um receptor corretamente ajustado, que capte essa ressonância da carga que emana do fogo de Thonorun, então esse receptor poderá transformá-la em calor ou em outro grau de vibração, que estará mais próximo da própria natureza da matéria grosseira
Nessa transformação está a chave para o aproveitamento pelos homens, pois então a carga pode ser utilizada em muitas formas de efeitos
No mundo do enteal tudo é mais simples do que os homens pensam, porque os entes trabalham na simples administração de forças que são de sua própria espécie, ao passo que o ser humano até agora, com o intelecto, abre caminho penosamente para o conhecimento dessas forças
Que hoje ele ainda permaneça apenas na superfície, mostra-o o rendimento de todas as formas de energia e também das máquinas que consomem energia
O rendimento do mundo atual da ciência e da técnica é motivo de sorriso para as forças enteais, pois elas trabalham sempre com a multiplicação e o fortalecimento das forças, em vez do proceder humano, que sempre sofre grandes perdas
Basta olhar ao redor na natureza e no universo, e em toda parte encontraremos rapidamente apenas superabundância de forças
Quer se trate das energias gravitacionais, magnéticas, de ressonância, ou apenas da multiplicação das sementes no caso das plantas, ou dos animais, onde, ao contrário do proceder humano, têm de ser empregadas contraforças limitadoras, que refreiam a superabundância das forças criadoras
Segundo o mesmo princípio atua justamente o fogo plasmático de Thonorun
Grande bênção pode surgir do ponto de partida de forças concedido, que reside no momento em que ocorrer na Terra o acendimento do fogo de Thonorun
Ao mesmo tempo, porém, essa fonte poderia com demasiada facilidade ser usada indevidamente para destruir e danificar o trabalho dos homens e dos servidores enteais aqui na Terra
Por isso a condição é a completa transformação da humanidade na Terra para um grau mais elevado de vida pura
No tempo da falência da Atlântida, foi também o grande recipiente em que ardia o fogo de Thonorun o primeiro a ser derrubado e esvaziado, para que com isso fosse tirada toda a força dos homens de então, desviados para a presunção, quando os mais altos dentre eles, em sua força e poder, se consideravam filhos de deuses
Por isso o fogo plasmático de Thonorun não se acenderá antes que a humanidade esteja preparada para isso por sua pureza e também por sua maturidade
Quando chegar esse tempo, os auxiliares de Thonorun transmitirão de antemão a homens interiormente preparados imagens daquilo que é necessário preparar para a ancoragem do golpe do martelo de Thonorun, para que dele se acenda o fogo duradouro da energia eterna
Após a submersão da Atlântida, houve aqui na Terra, em diversas etapas, homens que traziam em si uma antiga lembrança desse fogo
Alguns esforçaram-se também, ao menos com uma vaga percepção diante dos olhos, por erguer de novo a construção necessária para a recepção desse fogo
As construções, porém, nunca foram concluídas de tal modo que nelas pudesse ressoar o impacto do martelo de Thonorun para o acendimento de uma nova chama do Fogo da Luz
Faltava também para isso a pureza dos homens terrenos, como o shem que precisa ser por eles aplicado para a vivificação dessa força
Desde a queda da Atlântida, o martelo de Thonorun ainda não foi abençoado por O-dio-nar para trazer à humanidade a fonte que lhe possibilitaria muitas criações de alcance insuspeitado
As ruínas dessas construções inacabadas erguem-se silenciosamente, como lembretes, em diversos lugares da Terra, como testemunhas mudas de que primeiro os homens têm de renascer em seu puro esforço pela ascensão à Luz, a Deus, e só então serão agraciados com tesouros que hoje nem sequer suspeitam poder ter à mão para a sua vida aqui na Terra
Esses tesouros não podem ser conquistados pela força, não podem ser criados por mão humana, pois para isso tem de estar presente a força dos Altos servidores enteais, assim como foi outrora, nos primórdios, quando se formava o grande e altivo reino dos homens da Atlântida, que naquele tempo ansiavam viver fielmente em harmonia com as Leis de Deus
O fogo plasmático de Thonorun, porém, é apenas um dos muitos dons que podem ser dados à humanidade quando ela empreender o caminho que lhe foi preparado desde o princípio das eras
Um caminho que não é de modo algum penoso, que não lhe nega nenhum direito, mas exige apenas o abandono de toda baixeza e do querer doentio do indivíduo de viver à custa dos outros homens
Também o mundo dos servidores enteais precisa ser reconhecido pelo ser humano e aceito com simples compreensão, de modo que já não ocorram os choques a que o ser humano o conduziu por sua obstinação até agora e por sua presunção infundada sobre as próprias capacidades
As capacidades do ser humano, por maiores que possam ser em sua origem espiritual, devem sempre ser adornadas por uma sadia autoavaliação, pela humildade e pela pura alegria infantil na obra da Criação
Somente então se abrirão aos homens terrenos as arcas de tesouros com dons dos quais hoje nada suspeitam e dos quais, portanto, nem sequer fazem ideia de como mudariam para melhor a sua vida aqui na Terra