Nos Jardins de Asgard – Parte Ii: o Oceano do Princípio Inconsciente da Vida

O CAMINHO DO GRAAL – TEXTOS COMPLEMENTARES – 10 de agosto de 2020

Original tcheco: V Zahradách Ásgardu Část Ii. Oceán Nevědomého Principu Života · cesta-gralu.cz

Uma grande vibração de vida encontramos nos lugares onde está reunida uma parte especial da espécie enteal, que se divide em vários degraus que se dirigem de cima para baixo, desde os mais fortes servidores, que atuam em vontade consciente, até o princípio de vibração inteiramente inconsciente

Decisiva para a correta compreensão do que é descrito a seguir é a importante condição de distinguir que o enteal é de espécie de atuação na Criação inteiramente diversa da do espiritual e que, portanto, por mais semelhantes que possam ser entre si alguns degraus de desenvolvimento, o enteal permanece sempre enteal e o espiritual, espiritual

Esta indicação é necessária também para a correta compreensão do conceito de alma, uma vez que a alma que tem um núcleo espiritual segue outros caminhos no seguimento de seu desenvolvimento na obra da Criação Posterior, ao passo que as almas que se desenvolvem a partir do núcleo de uma semente enteal são conduzidas por trajetórias inteiramente diversas em sua peregrinação

A designação comum de alma tem, portanto, significado apenas do ponto de vista do envolvimento por finos envoltórios das materialidades, mas, de resto, há aqui uma diferença inteiramente fundamental entre o espiritual e o enteal

Na realidade podemos considerar que o conceito de alma significa um envoltório que proporciona o degrau intermediário para a vivificação das materialidades, seja da espécie etérea, seja da espécie mais densa, de matéria grosseira

Agora, porém, voltemos às magníficas paisagens e aos jardins de Asgard, pois somente neles podemos encontrar o ponto de partida direto para a vida que se inclina para as materialidades, a fim de, em sua essência de vibração enteal, trazer a vivificação das materialidades por toda parte aonde lhe está destinado chegar

Plena de paz e, contudo, ao mesmo tempo sumamente criadora é a atmosfera que preenche todas as partes de Asgard nas quais nasce a vida para as materialidades

Encontramos aqui uma corrente sussurrante, que sopra para o fortalecimento de tudo o que traz em si o germe da vida

Figuras sublimes caminham em várias direções, a fim de, no cumprimento de suas tarefas, administrar tudo o que é necessário para o fluir das luminosas correntes de vida que afluem para as materialidades que se encontram um pouco mais abaixo da esfera puramente enteal

Tendo suas tarefas determinadas, as figuras luminosas da espécie enteal fortalecem a vida, que se estende por distâncias imensuráveis, nos lugares que podemos chamar de reservatório na orla dos jardins nos quais atuam os magníficos Ases, os luminosos servidores de Valhalla

As figuras dos referidos Ases aproximam-se dos lugares que melhor podemos descrever pelo conceito terreno de oceano

A sussurrante energia de vida contida neste grande reservatório é uma fonte inesgotável de forças da espécie enteal destinadas à vivificação de todos os degraus das materialidades, nos quais, graças a essa essência primordial enteal, pode surgir o princípio vivificador da vibração luminosa, que traz a vivificação de degrau em degrau, cada vez mais abaixo, até que por fim mergulha nos próprios mundos das materialidades grosseiras

O oceano de que falaremos em primeiro lugar encontra-se na orla da parte mais baixa dos jardins de Asgard

Está, portanto, o mais próximo das materialidades e, ao mesmo tempo, o mais distante das forças originárias de Valhalla, quando visto de cima

Neste lugar, o situado mais abaixo dos jardins, que, apesar de sua distância do burgo de Valhalla, são, por sua beleza, bem-aventurados e magníficos em comparação com o mundo terreno, sussurra o oceano no qual se encontra uma parte separada do princípio enteal vivificador, a que podemos chamar o oceano luminoso da vida inteiramente inconsciente

Seu conteúdo é a espécie mais baixa e separada da vibração enteal, daquela vibração que já não tem em si nenhum saber senão aquele que podemos chamar o princípio luminoso, entealmente vivificador

Esta vivificação é um certo resultado da separação de todas as espécies anteriores, mais elevadas, da espécie enteal plenamente autoconsciente e também dos degraus inferiores, que só aos poucos podem desenvolver-se no seguimento de seus caminhos

O oceano que está agora em nossa atenção é, portanto, um certo último círculo da vida enteal, do qual anteriormente já se separou tudo o que trazia em si ainda que a mínima predisposição para a autoconsciência

Podemos, pois, falar do último círculo de vida da espécie enteal, que já é apenas uma espécie de sedimento leitoso de clara irradiação, no qual a vida aparece apenas como atuante em princípios que podem ser chamados de princípios impulsionadores no esforço para a frente

Embora falemos aqui do último precipitado da irradiação enteal, que tem em si apenas o próprio princípio inconsciente, ainda assim esse princípio é sempre muito forte para a vivificação de toda a matéria na qual mergulha e com a qual em seguida se une

Tem em si tanta força que toda a matéria contida em todas as partes do mundo está sujeita ao seu fluir e o segue no cumprimento de seus caminhos, como que executando obedientemente todas as formas que surgem sob a pressão das correntes de substância provenientes deste oceano

É necessário observar também que, embora falemos aqui do princípio inconsciente da irradiação enteal, que se reuniu num oceano que circunda os jardins mais baixos de Asgard, ainda assim nessa substancialidade inconsciente está contida uma sabedoria conhecedora do seguimento das Leis da Criação, uma sabedoria que em sua essência é muito mais consciente do que muitos e muitos homens que supõem não existirem aqui leis que tragam em si a aplicação permanente da Vontade do Criador, que atua acima de tudo

Essa sabedoria enteal está realmente tecida em tudo, e assim cada pequenina partícula de matéria traz em si a mensagem da existência de Deus, que está acima de tudo

Se olharmos para um minúsculo grão de areia, se tomarmos na mão uma pedra, se recolhermos água nas palmas das mãos, então, na sintonia certa, podemos ouvir o sussurro dessas formas da matéria aparentemente inanimadas, que no entanto trazem permanentemente contida em si a substancialidade enteal, a qual fala da essência da vida da qual tudo proveio

Desse ponto de vista é possível dizer, com exagero, que cada pedra, pela sabedoria que tem em si, contida através da irradiação enteal, é mais sábia e, com isso, também mais útil do que multidões inteiras de pessoas que, embora tenham em si a centelha espiritual, que é de espécie muito mais elevada do que a referida substancialidade enteal, nada querem reconhecer e vivem numa certa sonolência cômoda, na qual seguem aquilo que outras pessoas lhes prepararam de antemão em pensamentos

Dessa sabedoria, que é parte inseparável de todo o princípio, ainda nos aproximaremos várias vezes, por diferentes lados

Agora é importante reconhecer e refletir sobre o fato de que já naquele oceano que se encontra no degrau mais baixo de Asgard está contida a força criadora e, inseparavelmente ligada a ela, a sabedoria como princípio que vivifica e forma os planos da matéria

Este oceano divide-se, em sua orla exterior, na direção que se afasta dos jardins de Asgard, em sete correntes que, semelhantes a enormes cascatas que se precipitam, mergulham para baixo, nas materialidades das partes do mundo, onde essas materialidades as absorvem constante e avidamente em si, a fim de haurir desse princípio de vida a vivificação básica

A vibração da vida contida nessas correntes traz a essência da substancialidade viva, que podemos perceber como a matéria de partida, como as pedras básicas de construção, que têm em si uma harmonia permanente com as Leis da Criação, e desse fundamento podem tomar, conforme a sua necessidade, os Altos administradores enteais que atuam nos elementos, para o seu trabalho nas materialidades

Nesta parte vivificadora está assim contido o princípio que traz em si, por exemplo, os fundamentos que conhecemos no mundo terreno como carga elétrica e também as forças das quais surgem, por exemplo, as interações dos compostos químicos que se precipitam em rochas, água, ar, fogo

Para o cumprimento desses acontecimentos, que conhecemos como os processos químicos e físicos regidos por leis na matéria, é necessário este princípio básico e, em seguida, também a atuação conjunta dos servidores que, numa condução em cadeia, transmitem uns aos outros, de cima para baixo, as instruções para a penetração dessas forças até as manifestações mais extremas da matéria

O princípio enteal básico proveniente do referido oceano nos jardins situados mais abaixo de Asgard introduz na matéria a vivificação que forma a própria vibração da matéria, pelo fato de que as menores partículas da matéria trazem em si aquela energia magnética, reconhecida pelos homens, que procede do girar dos núcleos atômicos dos elementos

As forças do referido princípio da espécie enteal mergulham no núcleo dos átomos através da ponte pré-quark e quark, na qual se encontra justamente aquela força vivificadora do princípio enteal

Que este princípio enteal vivificador é realmente vivo e que, portanto, não há em sua essência nem um pouco de embotamento e de vazio de conteúdo, atesta-o o fato de que o mesmo princípio vivificador, num outro degrau separado, mergulha também em todos os organismos que os homens chamam de menores espécies de vida, que se encontram nas células e também nas estruturas básicas reunidas em organismos pluricelulares que se orientam tanto na direção animal como na vegetal

É, pois, compreensível para o leitor que este oceano alimenta também a vida que se encontra nos organismos que alcançam até o degrau que os homens chamam de insetos, e toda a escala de criaturas terrenas que podemos classificar entre aquelas designadas biologicamente como invertebrados

Todas essas criaturas vivas são vivificadas, em sua essência, pela alimentação da referida corrente luminosa que aflui para as partes do mundo das materialidades, e a sua beleza e magnificência, que podemos encontrar nelas, está inseparavelmente ligada à sua importante utilidade, com a qual estão integradas na formação do mundo da natureza

Assim, todo este magnífico e variado mundo, que ainda hoje a humanidade não conseguiu reconhecer e mapear em toda a sua amplitude, é vivificado e impelido para a frente pelos princípios básicos da vida enteal, que em sua irresistibilidade se une às formas terrenas pertencentes às menores criaturas que atuam de modo autônomo

Nessas criaturas esta força atua como um impulso vivificador, que as impele para a frente numa pressão incessante, que não lhes permite outra coisa senão atuar no cumprimento de sua missão, a qual consiste sempre na índole bem definida da espécie daquela figura, forma e dotação com a qual se uniu

Quer essas criaturas atuem individualmente, numa certa autonomia ligada ao cumprimento da missão de sua espécie, quer atuem em conjuntos a que chamamos criaturas gregárias, sempre o movimento básico para a frente no esforço dessas criaturas haure a sua sabedoria, muitas vezes chamada de inteligência invisível, da fonte do referido oceano, da vida que se estende no plano mais baixo dos jardins de Asgard

Todo aquele que reflete ainda que só um pouco sobre as referidas conexões pergunta-se certamente como se dá o mergulhar dessa força universal nos pequenos corpos das incontáveis multidões de criaturas minúsculas

Sobre isso, naturalmente, ainda se falará em separado e de modo mais amplo, pois agora descrevemos apenas o esboço básico das imagens

Podemos percebê-lo de tal modo que esta força circula, em sua constante renovação, presente num certo envolvimento enteal do mundo terreno

Está sempre, permanentemente, à disposição em quantidade suficiente e jamais haverá falta dela

Justamente isto, que haja sempre o suficiente dessa força básica para a vivificação de todas as criaturas, é obra do serviço dos sublimes Ases, que nos jardins de Asgard cuidam do reservatório do oceano dessa força viva de irradiação leitosa

Esta força une-se à matéria e atua nela para o cumprimento de sua missão

No próprio início do surgimento das materialidades, a primeira onda dessas correntes uniu-se aos quarks, átomos e moléculas dos elementos, a partir dos quais foram formadas as rochas

Nos átomos dessas diversas substâncias ela permanece constantemente no estado original e, sob a atuação dos demais agentes, em obediente seguimento das ordens dos servidores Hermetes e Hathmes, conduz gradualmente ao desgaste pelas intempéries e ao envelhecimento

Com isso realiza-se em parte o processo de fertilização do mundo terreno e, ao mesmo tempo, ocorre a perda de uma certa juventude, na qual as rochas foram formadas em seu início

A força assim mergulhada e depositada começa também, após certo tempo, a clamar por sua libertação e por renovação, a qual se acumula numa libertação exigida e, portanto, pela renovação do universo

Este ciclo ocorrerá, segundo as leis, um dia, após o completo esgotamento da energia depositada nas materialidades, para dentro das quais foi trazida, no próprio início do universo, dos jardins de Asgard

Ao lado dessa força ancorada mais firmemente nos átomos, moléculas e elementos da matéria, há aqui também uma parte da mesma força que, no entanto, se une às formas de organismos já desenvolvidos na matéria

Através das moléculas ela traz vivificação às plantas, as quais, porém, necessitam, para o seu desenvolvimento específico, que consiste na magnífica missão das plantas, ainda da ligação com a atuação consciente da espécie enteal, que se encontra num degrau mais elevado e sobre a qual ainda se falará mais tarde

Temos então aqui a própria vida dos pequenos organismos, aos quais se liga a força onipresente da vibração enteal inconsciente, que se une às minúsculas criaturas para a sua vivificação

Esta força basta para vivificar num único instante as infinitas multidões de criaturas que se encontram em todo o mundo dos insetos na Terra

A ponte de ligação para a vivificação dessas criaturas é um certo degrau de desenvolvimento da irradiação, que forma os aglomerados de células, que se constituem para o seguimento do protótipo da espécie, que nós aqui na Terra reconhecemos como fundamento genético

Podemos falar, figuradamente, da temperatura de que necessita para a sua união a matéria formada a partir de aglomerados de células, nas quais mesmas há, afinal, também já uma parte da irradiação básica da espécie enteal

Tudo, portanto, está relacionado com a irradiação, ou com a vibratilidade, ou, dito de outro modo, com a temperatura, que se reflete em cada degrau de desenvolvimento

Assim, no seu degrau de irradiação, que corresponde à maturidade do desenvolvimento do sistema celular, derrama-se na forma constituída do pequeno corpo do animal um conteúdo maior da força vivificadora daquele reservatório que se encontra por toda parte em redor, preenchendo o espaço no degrau enteal, e com isso o torna pronto para a vida propriamente dita

Até certo degrau ainda dormita e amadurece, para que depois, em plena maturidade, a criatura salte para fora e comece a atuar na plena validade de sua tarefa

A criatura é impelida nesta sua tarefa ao cumprimento do serviço, pois o enteal nela, apesar de sua inconsciência, sempre serve apenas ao todo mais elevado

Embora a criatura cumpra tudo isso de modo inteiramente inconsciente, por meio da força nela contida, que a vivifica, serve a algum propósito para o qual surgiu e, com isso, serve na sequência, por fim, àquele todo mais elevado

Procura alimento, constrói obras muitas vezes até muito complexas de sua atividade e, ao mesmo tempo, busca o ápice do cumprimento para a preservação de sua estirpe, pelo fato de que, em determinado tempo, é impelida pelo princípio da sublime servidora de Valhalla, Efredite, à procura de um par

Muitas vezes, com essa transmissão da continuação da estirpe para uma nova geração, completa-se a existência da criatura, e ela pode então servir como parte do curso ulterior da vida na natureza, na forma de alimento para outras criaturas, ou como agente segundo a necessidade dos servidores enteais conscientes, que podemos reconhecer como os gnomos da floresta, que trabalham no solo da terra e acima dele

Após o término da vida de tal criatura, a força enteal separa-se imediatamente, sem demora, do invólucro terreno sem vida, para confluir com o reservatório, e logo em seguida fica assim preparada para uma nova vivificação ali onde a maturidade de um novo invólucro terreno clama pela união com esta força que tudo abrange, atuante no princípio da vivificação enteal da matéria

Sempre após certo tempo, essa força se reúne, nas diversas partes do universo, em aglomerados que clamam por vivificação, e estes, semelhantes a uma nebulosa flutuante, são levados para cima pelos caminhos de ligação, a fim de, tendo regressado ao oceano, mergulharem na completa integralidade da vibração inconsciente, para obterem refrigério e uma nova radiância, que depois está de novo preparada para o uso

Este magnífico ciclo de forças faz parte daquilo que podemos chamar, de longe, a renovação da radiância no oceano da sabedoria enteal de determinado degrau, quando as nebulosas libertadas que flutuam das materialidades sobem para o alto, pois já não têm as forças necessárias para a atuação ulterior, e aqui, no oceano, encontram o afluxo vivificador da bênção que desce do alto, das alturas de Valhalla

De sabedoria podemos falar sempre com segurança, pois até a menor criatura na Terra, na qual se encontra ainda que só uma partícula da força do referido princípio enteal, é plenamente obediente ao cumprimento de sua missão

Não precisa refletir nem meditar sobre o seu cumprimento do serviço, pois a força nela contida está pronta para o cumprimento, traz em si tudo o que é necessário para esse cumprimento e também o leva sempre à realização, em proporção à espécie e à forma vivificadas com as quais se uniu inteiramente, até a última partícula

Não importa se está ligada ao invólucro terreno de uma formiga, de uma abelha, de uma mosca, de um besouro, de um caracol, de uma borboleta, ou apenas de tamanho celular, de uma levedura, de uma bactéria ou de um bolor, atuando em seu lugar em sua missão, sempre cumpre exatamente a sua tarefa

Isso por si só já confirma aquilo de que falamos acima e é a confirmação do fato de que esta espécie de força do princípio enteal, embora seja chamada inconsciente, não pode ao mesmo tempo ser chamada desprovida de sabedoria

Pelo contrário, são justamente os homens terrenos que se dedicam à natureza que muitas vezes se admiram da segurança inabalável e da naturalidade com que esta espécie de força enteal se manifesta em sua missão na matéria na Terra

E há na verdade muito mais que os homens ainda não descobriram no trabalho deste princípio, e com isso permanecem por trás de uma espécie de parede de vidro, como observadores rígidos, em vez de estarem em estreita consonância e colaboração com estas forças da manifestação enteal

Se os homens quiserem um dia, finalmente, avançar mais em direção ao verdadeiro conhecimento do mundo, então a única direção que agora precisam tomar é a direção que conduz acima da matéria deste mundo

O progresso para uma percepção mais fina do mundo que se estende em torno do homem terreno é agora o degrau exigido do desenvolvimento ulterior do conhecimento humano

E justamente para isso encontra-se nos jardins de Asgard uma corrente inesgotável de conhecimento, que pode abrir os olhos dos homens para que compreendam que o lugar onde se encontram é um lugar do tecer vivo de forças grandes, magníficas e inabaláveis, que cumprem fielmente o curso do desenvolvimento dado desde o início pela grandeza inconcebível da Vontade de Deus, que desde o início é o ponto de partida para todas as partes da magnífica obra da Criação

Hoje descrevemos minuciosamente apenas aquela parte mais baixa dos jardins de Asgard e das forças que dela fluem para as materialidades

Diante de nós há ainda muito mais e uma promessa muito mais magnífica em perspectiva, pois a cada ascensão mais alta abrir-se-ão uma nova perspectiva e um novo conhecimento

O homem terreno precisa apenas caminhar com os olhos abertos através de todos esses jardins do conhecimento, precisa empenhar uma certa parte de viva aspiração espiritual de reconhecer e penetrar no todo da Obra em que se encontra, daquela Obra que, para todos os habitantes e, portanto, também para ele próprio, é uma verdadeira e magnífica Cúpula de Deus